Tumor silencioso exige atenção redobrada

No começo deste mês, o mundo artístico chorou a morte da atriz Márcia Cabrita, que perdeu a guerra para o câncer no ovário, um tumor silencioso, como vários outros, e difícil de diagnosticar.

Segundo o Instituto Nacional de Câncer (INCA), esse tipo de tumor é o que tem menor chance de cura pelo fato de que normalmente só é descoberto em estágio avançado (cerca de 3/4 dos casos). Isso se deve à dificuldade de exames eficazes para detecção precoce da doença. No ano passado, o Brasil registrou 6.150 novos casos, representando 3% dos tumores femininos, em média.

A prevenção – neste caso mais do que nunca – é mais uma vez a palavra-chave. As causas do câncer de ovário ainda não são totalmente conhecidas. Sabe-se que fatores hormonais, ambientais, genéticos (10%) e ausência de gravidez estão relacionados com a doença.

Seus sintomas começam aparecer à medida que o tumor avança, podendo levar ao aumento da pressão arterial, a dor ou inchaço do abdômen, nas costas, na pelve ou nas pernas; gases, prisão de ventre ou diarreia e cansaço constante. Há ainda outros sinais, embora menos comuns, que também devem servir de alerta, como o desejo de urinar com frequência e o sangramento vaginal, lembrando que mulheres com mais de 50 anos devem redobrar a atenção.

É preciso destacar que a presença de cistos no ovário não significa que a doença acometeu o organismo. De acordo com o INCA, o caso passa a preocupar quando o tumor tem mais de 10 centímetros e apresenta áreas sólidas e líquidas.

Então, não esqueça! Prevenção já! Estamos à sua disposição para ajudá-la a se prevenir com qualidade e segurança. A saúde é o nosso maior bem!